
Começamos a sentir a música no útero materno, nascemos e somos embalados pelas canções de ninar ao gosto dos nossos pais e dos valores musicais da cultura em que crescemos. Toda criança brasileira acaba mantendo contato ainda no berço com um chocalho, ou algo parecido que faz barulho e aguça a curiosidade. Vamos crescendo e temos músicas nas brincadeiras de criança, nos jogos eletrônicos, nas atividades escolares. Crescemos mais um pouco e temos nossa coleção de músicas preferidas que absorvemos principalmente através da TV, rádio, e da internet, gravadas em alguma mídia, de acordo ao poder aquisitivo de cada família. Alguns se interessam mais, e recebem incentivo exterior para tocar algum instrumento, seja da família, da igreja ou da escola... Já outros mesmo tendo esta vontade, ficam limitados pelas condições sociais, pela ignorância da família que não vê o interesse com bons olhos, por puro preconceito. O Fato é que a música é saudável, e antes de ser um produto comercial, faz parte da cultura humana moderna e nos acompanha desde os rituais mais ancestrais. Música é utilizada em tratamento de enfermidades, e há várias pesquisas científicas pelo mundo que avaliam o uso da música na recuperação de problemas mentais, do sistema nervoso, entre outras coisas. Música, estimula o celébro do jovem, e há pesquisas que associam o estudo da música à melhoria do estudo da matemática. E no mundo moderno, o Fundador da Apple, Steve Jobs, diz que os melhores programadores que conhece são músicos. Então amigos, vamos tocar, dançar e ouvir mais música!
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